por: Julio Sousa
Foto: Canva
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O vice-presidente Geraldo Alckmin defende a taxação de 20% sobre compras internacionais de até 50 dólares, alegando que a medida é vital para sustentar a competitividade do setor industrial e do varejo brasileiro.
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O principal argumento do governo é a busca pela isonomia tributária, tentando equilibrar o jogo entre as gigantes do e-commerce estrangeiras e as empresas nacionais que suportam uma carga de impostos muito mais elevada.
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Em termos fiscais, a arrecadação gerada por essa tributação em 2025 apresentou um crescimento expressivo, superando os 2,88 bilhões de reais registrados no ano anterior e reforçando o caixa da União no cenário atual.
Dados de mercado indicam que a implementação da taxa provocou uma queda de aproximadamente 49% no volume total de importações nessa categoria durante o seu primeiro ano de vigência, alterando o fluxo de comércio exterior.
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O comportamento do consumidor brasileiro também foi afetado, com uma redução estimada em 35% nas compras internacionais realizadas pelas classes C, D e E, que antes eram as principais usuárias dessas plataformas.
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Apesar da defesa governamental sobre a proteção do mercado, estudos recentes da LCA Consultores sugerem que a taxação ainda não se traduziu em um aumento robusto ou significativo na geração de novos empregos no setor têxtil.
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Atualmente, o governo discute internamente se manterá a taxa para evitar a concorrência desleal ou se fará ajustes para aliviar o orçamento do consumidor, mantendo o foco na preservação da renda e dos postos de trabalho.