por: Julio Sousa
Foto: Canva
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A redução da taxa Selic para 14,75% ao ano inicia um ciclo de flexibilização monetária que impacta diretamente a rentabilidade nominal de títulos pós-fixados e o custo de capital para empresas em todo o país.
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Na renda fixa, ativos como o Tesouro Selic e CDBs 100% do CDI passam a render menos mensalmente, embora o Brasil ainda mantenha taxas de juros reais consideradas elevadas em comparação ao cenário internacional.
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Títulos prefixados e indexados ao IPCA podem registrar ganhos de capital imediatos através da marcação a mercado, já que papéis antigos com taxas maiores se valorizam quando os juros novos do mercado começam a cair.
O mercado de ações tende a ser impulsionado por juros baixos, que reduzem as despesas financeiras das companhias listadas, favorecendo o aumento de lucros, a distribuição de dividendos e o consumo no setor de varejo.
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No setor imobiliário, os FIIs de tijolo são beneficiados pela valorização de ativos físicos e redução da vacância, enquanto os FIIs de papel podem apresentar uma leve retração nos dividendos distribuídos aos cotistas.
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Fundos Multimercado ganham relevância estratégica nesse cenário, pois possuem maior flexibilidade para buscar retornos superiores ao CDI através de operações mais agressivas em juros futuros e no mercado acionário.
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Em resumo, a queda da Selic reduz o ganho fácil da renda fixa, valoriza títulos prefixados por marcação a mercado e aumenta a atratividade da Bolsa e de FIIs de tijolo devido ao crédito mais barato e maior lucro.