por: Julio Sousa
Foto: Canva
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O setor de previdência privada no Brasil atingiu a marca histórica de R$ 1,8 trilhão sob gestão em março de 2026, consolidando-se como uma das principais ferramentas de planejamento financeiro a longo prazo no país.
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O montante acumulado pelas administradoras já representa cerca de 13,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, refletindo a importância estratégica desses fundos para o financiamento da dívida pública e do crédito.
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A estratégia de gestão permanece majoritariamente conservadora, com aproximadamente 84% do capital total alocado em ativos de Renda Fixa, aproveitando a segurança e os rendimentos oferecidos pelos títulos do governo.
Recentemente, o STF definiu que valores aplicados em planos VGBL e PGBL não estão sujeitos ao imposto sobre herança (ITCMD), tornando esses produtos ainda mais atrativos para quem busca eficiência na sucessão patrimonial.
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Uma nova regra tributária estabelece a incidência de 5% de IOF para aportes mensais que ultrapassem o valor de R$ 50 mil em planos VGBL, visando equilibrar a arrecadação sobre grandes movimentações de capital.
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A partir deste ano de 2026, os investidores passam a ter maior liberdade regulatória para decidir entre as tabelas de tributação progressiva ou regressiva apenas no momento do resgate, facilitando a otimização fiscal.
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Esse vasto patrimônio de R$ 1,8 trilhão é administrado majoritariamente por grandes instituições bancárias como Bradesco e Itaú, além de gigantescos fundos de pensão de estatais como a Previ, a Petros e a Funcef.