por: portal renda
Com a inflação ainda acima da meta, o Brasil enfrenta dificuldades econômicas que exigem estratégias de investimento focadas em proteger o poder de compra.
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A expectativa de aumento na taxa Selic, atualmente em 10,50% ao ano, coloca os investidores em alerta para ajustar suas carteiras e garantir rentabilidade real.
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Ativos atrelados ao IPCA ganham relevância, oferecendo rendimentos que superam a inflação, garantindo retorno positivo mesmo em cenários adversos.
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ETFs de renda fixa, como o NTNS11, oferecem proteção contra a inflação com menor volatilidade, proporcionando segurança ao investidor.
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CDBs, LCIs e LCAs surgem como alternativas sólidas, com a vantagem da proteção do FGC e, no caso das LCIs e LCAs, isenção de imposto de renda.
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Para investidores dispostos a assumir maior risco, as debêntures oferecem potencial de retorno elevado, mesmo em meio à inflação persistente.
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Diante da incerteza econômica, diversificar entre ativos que protejam contra a inflação e aproveitem a possível alta da Selic é essencial para manter o poder de compra e alcançar bons resultados.
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