por: Julio Sousa
Foto: Canva
A dúvida sobre o que fazer após ser vítima de um golpe com cripto é comum. O Núcleo de Combate aos Cibercrimes (NUCIBER) da Polícia Civil do Paraná criou um guia para orientar as vítimas a agirem corretamente.
Foto: Canva
O primeiro passo é identificar o tipo de golpe. Foi uma transferência bancária para uma falsa empresa de investimentos ou uma transferência de criptomoedas entre carteiras digitais? Cada caso exige provas diferentes.
Foto: Canva
Se você transferiu dinheiro (Pix ou TED) para uma suposta empresa, reúna todos os dados da transação: contas de origem e destino, valores, chaves Pix e os CPFs dos titulares envolvidos.
Foto: Canva
Se você transferiu criptomoedas para uma carteira fraudulenta, as provas são mais técnicas. Você precisará do "hash" da transação (o ID da operação na blockchain), além dos endereços das carteiras de origem e destino.
Com as provas em mãos, o próximo passo é registrar um Boletim de Ocorrência. A Polícia Civil orienta que as informações sejam organizadas em uma planilha editável e entregues em um pendrive para facilitar a investigação.
Foto: Canva
O NUCIBER, localizado em Curitiba, é a unidade especializada para receber essas denúncias. Eles recomendam ligar antes para receber as primeiras orientações sobre como proceder com a documentação.
Foto: Canva
Em resumo, o que fazer? Reúna todas as provas possíveis, organize-as de forma clara (preferencialmente em uma planilha) e procure a delegacia de crimes cibernéticos da sua região para registrar a ocorrência formalmente.
Foto: Canva