por: Julio Sousa
Foto: Canva
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Entidades do setor varejista, como a CNC, projetam que a extinção da jornada 6x1 elevará os custos operacionais do comércio em aproximadamente 122 bilhões de reais anuais, pressionando a saúde financeira das empresas.
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A mudança proposta para uma carga horária reduzida pode gerar um aumento imediato de 21% na folha salarial, forçando os estabelecimentos a revisarem suas margens de lucro e estratégias de contratação no curto prazo.
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Especialistas do setor apontam que a manutenção do funcionamento aos domingos e feriados se tornará economicamente inviável para muitos lojistas devido ao alto custo de pessoal sob as novas regras de escala de trabalho.
O setor de alimentação e serviços afirma que o custo adicional da transição será inevitavelmente repassado aos preços finais, o que pode elevar o custo de vida para o consumidor e impactar o faturamento do varejo.
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No Congresso Nacional, o debate enfrenta resistência técnica, resultando em adiamentos recentes na Comissão de Constituição e Justiça para que os impactos econômicos reais sejam avaliados com maior profundidade jurídica.
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O governo federal propôs, por meio de um Projeto de Lei com regime de urgência, a redução da jornada para 40 horas semanais sem corte salarial, buscando um meio-termo entre os direitos trabalhistas e a viabilidade do setor.
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O principal risco alertado pelo setor comercial é que o fim da escala 6x1 force a redução de salários em novos contratos, aumente a informalidade e limite drasticamente a abertura de lojas em domingos e feriados.