por: Julio Sousa
Foto: Canva
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O cenário financeiro no Brasil atingiu um patamar crítico em fevereiro de 2026. Segundo a CNC, o país registou um marco inédito na série histórica iniciada em 2010, superando todos os índices de anos anteriores.
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O cartão de crédito continua a ser o principal vilão do orçamento, utilizado por 85% dos endividados. Carnés de lojas (16%) e crédito pessoal (12,3%) também pesam significativamente no bolso dos cidadãos brasileiros.
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O custo do dinheiro é apontado como o grande impulsionador desta crise. Com juros em níveis proibitivos, a amortização das dívidas torna-se um desafio, criando um ciclo perigoso de acumulação financeira para as famílias.
A inadimplência também voltou a subir, interrompendo uma sequência de três meses de queda. Atualmente, 29,6% das famílias brasileiras admitem possuir parcelas de contas ou dívidas que já estão em atraso.
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Fatores externos, como a guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irão, trazem incertezas. Este cenário global pressiona o Banco Central e pode afetar o ciclo de cortes na taxa Selic, hoje fixada em 15% ao ano.
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A economia nacional sente os reflexos: com o PIB estagnado em 0,1% no último trimestre, o poder de compra diminui. Sem um alívio nos juros, a capacidade de limpar o nome e retomar o consumo fica seriamente comprometida.
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Qual é o número final deste recorde? A pesquisa confirma que o endividamento atingiu 80,2% das famílias brasileiras. O índice representa um avanço histórico e supera em 3,8 pontos percentuais o resultado de 2025.