por: Julio Sousa
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O Bitcoin atingiu uma nova máxima histórica em 2025, superando os US$ 123 mil. A dúvida que fica para os investidores é: com o preço no topo, é hora de vender e realizar os lucros ou ainda há espaço para comprar?
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A alta recente é impulsionada por fatores sólidos. A aprovação dos ETFs de Bitcoin nos EUA abriu as portas para o dinheiro de grandes instituições, como fundos de pensão, que agora podem investir de forma regulada e segura.
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A demanda institucional está superando a oferta. Os ETFs e empresas como a MicroStrategy já compram mais bitcoins do que os mineradores conseguem produzir, especialmente após o "halving", que cortou a produção pela metade.
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O cenário macroeconômico também ajuda. A expectativa de corte na taxa de juros nos EUA torna ativos de risco, como o Bitcoin, mais atraentes. Juros mais baixos significam mais capital fluindo para o mercado cripto.
Apesar do otimismo, os indicadores mostram que ainda não estamos em um pico de euforia. O "índice de medo e ganância" está alto, mas não no nível extremo que costuma marcar os topos de mercado, sugerindo que ainda há espaço para subir.
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Para quem já tem Bitcoin, a decisão é pessoal, acreditamos em uma valorização ainda maior a longo prazo. Para quem não tem, comprar aos poucos pode ser uma estratégia prudente.
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Então, comprar ou vender? A resposta é: ainda dá tempo de comprar. Com a demanda institucional apenas começando e os juros prestes a cair, a tese de valorização do Bitcoin para os próximos anos continua forte.
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